O que as famílias dizem sobre o Pôr-do-Lar
Depoimentos de filhos, filhas e netos que encontraram no Pôr-do-Lar um lugar para seus familiares se sentirem em casa.
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Avaliações de famílias reais. Nomes e iniciais usados com autorização.
Luciana Soares
Rio de Janeiro, RJ
"Minha mãe ficou dois meses no Plano Dia antes de decidir morar lá. Hoje ela nos diz que não troca por nada. A equipe lembra do aniversário dela, do chá que ela prefere, das músicas que ela gosta. Isso não se improvisa."
Maio de 2025
Ricardo Cavalcante
Petrópolis, RJ
"Meu pai é uma pessoa que não se adaptava facilmente a lugares novos. No Pôr-do-Lar ele se sentiu em casa na primeira semana. As rodas de conversa são o ponto alto para ele — saiu do isolamento que a gente temia."
Junho de 2025
Ana Paula Vieira
Niterói, RJ
"A comunicação com a Marta e a equipe é o que me dá mais tranquilidade. Minha vó está na Suíte Dusk há quase um ano e recebo atualização toda semana. Posso trabalhar sem aquela angústia constante."
Abril de 2025
Fernando Moura
Teresópolis, RJ
"A refeição é de verdade. Minha mãe reclama de comida com frequência — e no Pôr-do-Lar ela fica calada, o que já é elogio. O almoço é fresco, bem temperado, e eles anotam o que ela prefere evitar."
Junho de 2025
Beatriz Nunes
Petrópolis, RJ
"Meu tio foi para o Plano Dia com certa resistência. Dois meses depois pediu para ficar na residência integral. Disse que nunca havia tido tantos amigos na vida adulta. Isso me surpreendeu de uma forma muito boa."
Maio de 2025
Carla Pinheiro
São Paulo, SP
"Moro longe e sentia muita culpa por isso. O Rodrigo me liga toda semana com novidades. Saber que minha mãe participou de uma tarde de jogos ou foi ao cinema na cidade alivia muito. Eles cuidam de verdade."
Abril de 2025
Histórias que nos motivam
Alguns percursos de moradores que passaram pelo Pôr-do-Lar nos últimos meses.
Situação Inicial
Dona Conceição, 78 anos, vivia sozinha em Petrópolis após a morte do marido. Os filhos moravam em outros estados e sentiam que ela estava cada vez mais isolada e sem estímulos para o dia.
Caminho Encontrado
Começou pelo Plano Dia Crepuscular, mantendo a casa dela. Em três meses, por escolha própria, optou pela Residência Parlour. Hoje participa das atividades de terça e quinta e lidera o grupo de crochê.
O que mudou
Família relata que ela voltou a ligar com frequência, conta histórias da casa, tem assunto. Voltou a ler livros e tem dormido melhor. A família visita toda semana e sente a diferença no ânimo.
Situação Inicial
Seu Antônio, 82 anos, tinha dificuldade de aceitar mudanças. A família queria uma estrutura de convivência, mas temia resistência total a qualquer coisa parecida com "asilo".
Caminho Encontrado
A família optou pela Suíte Dusk, onde o anfitrião dedicado criou um programa baseado nos interesses dele: xadrez, jornais, passeios históricos por Petrópolis. A transição foi gradual e sem imposição.
O que mudou
Depois de seis semanas, Seu Antônio passou a mencionar o anfitrião pelo nome nas conversas com a família. Hoje tem jogos de xadrez agendados duas vezes por semana e compete com outros moradores.
Em números
180+
Famílias atendidas
4,8
Avaliação média
8
Anos de operação
94%
Renovam o plano
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